Cães e gatos: como está a energia do seu animalzinho?

Cães e gatos: como está a energia do seu animalzinho?

Como o animalzinho não sabe falar, quando algo não vai bem ele pode tentar se comunicar de outros modos… pode latir, miar, ou ainda se comportar de uma maneira diferente do habitual.

Precisamos estar atentos para perceber a sutileza do comportamento e atuar para auxiliá-los, conforme as possibilidades de cada um, levando a um médico veterinário para cuidar do físico, mas sem desconsiderar possíveis causas no sutil (energias), observando a nós, ao nosso entorno, o nosso estilo de vida ou mesmo as pessoas que possam frequentar a nossa casa.

Cães e gatos

De comportamentos e personalidades bastante distintas, o mesmo se observa quando se trata com a dinâmica sutil. O cão pode ser comparado com uma esponjinha, pois pode absorver com facilidade energias de ambientes e de pessoas. Ele é inconsciente em relação a isso. Age como age de forma natural, como uma programação inata.

Para se limpar das energias que absorve, inconscientemente ele as descarta na natureza durante o contato com a terra e a grama, ao rolar e se esfregar no chão.

Quando fica muito tempo fechado, seja dentro de casa ou apartamento, ou mesmo dentro de um quintal cimentado ou ladrilhado, ele não tem como realizar esse descarte, então o corpinho do cachorro pode com alguma facilidade manifestar sensações diversas. 

Em razão da energia absorvida por vezes ficar localizada em seu Plexo Solar – região abdomnal – são comuns as sensações de enjoo ou náusea e, com isso, o doguinho pode regurgitar ou ainda defecar mais mole para expelir a energia intrusa.

É por isso que passeios onde o animal possa pisar na terra e na grama são essenciais. Por mais que talvez o dono ou tutor não queira que o animalzinho se suje ao rolar e se esfregar na terra ou na grama, é dessa forma que ele consegue, de forma intuitiva e instintiva, realizar a limpeza energética, descarregando toda a vibração desqualificada na natureza.

Além do que, o contato com a grama é praticamente uma forma de terapia para o cachorro, já que ela atua como cerdas que escovam gentilmente a sua aura, ao passo que removem as energias desqualificadas acumuladas.

O ideal seria o animalzinho manter contato com a natureza todos os dias em locais onde haja grama, como um parque, uma praça, ou mesmo um quintal em que seja possível entrar em contato com um “pedacinho de natureza”, ao menos 30 minutos, de duas a três vezes por semana. É claro que isso nem sempre é possível, especialmente nas grandes cidades, onde há animais que moram em apartamentos, por exemplo.

Já os gatos, embora pareçam mais independentes, são muito amorosos e se apegam com grande facilidade aos seus tutores, criando um elo de fidelidade. Conectam-se energeticamente ao dono ou tutor que os adotou e passam a realizar para aquele dono limpezas energéticas em particular, além de auxiliar naturalmente na absorção e purificação energética do ambiente em que vive.

Nem por isso devemos achar que o gato tem isso como obrigação. Ele o realiza de forma natural, intuitiva e instintiva. Também se sobrecarrega de energia desqualificada e também precisa se limpar energeticamente. Passa, porém, boa parte do tempo dormindo ou descansando, onde o seu corpo astral trabalha na harmonização de si mesmo, descartando as energias desqualificadas, devolvendo-as purificadas para o ambiente.

Tanto o cachorro quanto o gato, porém, podem não dar conta de tanta energia e podem adoecer. Neste caso, precisamos urgentemente observar como está a qualidade da nossa própria energia, bem como a energia do ambiente em que os animais vivem ou passam boa parte do tempo.

Por vezes, se colocam como linha de frente em defesa de seus donos, tanto no plano físico como no sutil. Após absorverem a energia do ambiente ou outra, esteja ela presente em seus tutores ou tendo captado de outro modo, precisam expulsar a carga vibracional nociva.

Uma das formas de o fazer é através da somatização, onde o corpo físico inicia o processo de descarte. Daí podem surgir disfunções físicas e doenças.

Exemplo: cachorrinhos que ficam muito tempo dentro de casa e em contato com os donos, especialmente donos que passam por processos desafiadores no campo emocional e psicológico, tendem a acumular uma carga energética muito maior e precisam se limpar energeticamente com maior frequência.

Ou seja, os animais atuam também como grandes sinalizadores de problemas energéticos, espirituais e emocionais de seus tutores.

Nestes casos, o bichinho pode absorver as energias presentes no campo vibracional do humano doente e, enquanto este fica mais leve em razão de se libertar da carga energética densa, o bichinho a toma para si.

Caso não haja o descarte da energia absorvida, dentro de algum tempo, maior ou menor, o Pet pode manifestar algum tipo de disfunção, mais leve ou mais grave, localizada ou generalizada, pois aquela energia precisa sair e o mecanismo natural do corpo é tentar explulsá-la, mesmo que o sinal e resultado do processo seja o que conhecemos como doença.

Por mais que possa parecer triste entender esse processo, é parte da missão do animal proteger e auxiliar os humanos. O animalzinho aprende e evolui conosco, assim como nós aprendemos e evoluímos com eles, através da convivência, da constante observação, cuidado, empatia, respeito e ensino.

Uma disfunção do bichinho sempre pode ser um alerta, um sinal de que algo está acontecendo em um nível sutil, seja no seu ambiente, como nas pessoas com quem convive. Isso requer a nossa atenção.

É fundamental aos donos observarem se os sintomas dos cachorros ou gatos assemelham-se em alguma medida com os seus próprios. Pois pode ser uma forma que o animalzinho encontrou inconscientemente de sinalizar o que está acontecendo com o tutor que ele aceitou ajudar e que também adotou como amigo.

O papel do tutor neste caso é se cuidar, olhar para si e identificar em si como pode melhorar a sua própria condição emocional, psicológica ou mesmo espiritual, para que então o animalzinho também se cure.

Desse modo, não apenas é recomendado realizar o tratamento do animal, mas também avaliar a energia dos tutores e, se necessário, realizar um tratamento também para eles.

Gatos sendo gatos

Embora as necessidades dos gatos serem diferentes das necessidades dos cachorros, eles gostam de se sentir livres para ir e vir. Alguns são mais caseiros e querem atenção constante, outros são mais independentes; alguns amam estar na natureza, pois se sentem revitalizados e abastecidos.

Gatos tendem a ter picos de energia. Hora são bem agitados, hora simplesmente se desligam do mundo e iniciam um sono de transmutação e reposição de energias.

Os que têm maior contato com a natureza tornam-se muito bem-dispostos e mais saudáveis, pois se abastecem muito mais facilmente de energia vital e realizam trocas com a natureza, deixando nela as energias desqualificadas para serem recicladas e se abastecendo de energia sutil.

Atenção ou dispersão

Outra diferença muito interessante entre os cães e os gatos é que estes podem dispersar muito fácil em razão da forte conexão com o astral, ao contrário dos cães. Embora o cachorro tenha também suas percepções sutis, ele mantém a atenção e o foco muito mais no que se passa no mundo dos humanos.

O gato, por sua vez, parece viajar em seu “próprio universo”. Ao passo que ele pode estar com a atenção no humano, especialmente durante uma brincadeira, rapidamente pode dispersar e observar as energias que estão transitando no ambiente, deixando o tutor interagindo sozinho (risos). É claro que há exceções, mas aqui temos uma noção bastante interessante das principais diferenças sutis entre cães e gatos.

Funções energéticas

Quando temos mais de um cão em casa, por exemplo, é natural um deles assumir a função Yang (mais ativa), como um guardião e protetor físico do ambiente, do lar e dos tutores. O outro tende a assumir uma função Yin (mais passiva), como guardião e protetor energético e do astral do ambiente, do lar e dos tutores.

Ou seja, o guardião do físico tende a ser mais ativo e dinâmico, desempenhando um papel de liderança e proteção bastante evidentes, absorvendo menos as energias do entorno e das pessoas.

Já o Guardião energético ou astral acaba absorvendo mais as energias do ambiente e das pessoas. É bem o papel do Yin e Yang, onde um tem um pouco de cada função, embora haja uma função predominante em cada um.

Quando há mais animais em um mesmo ambiente, até mesmo mais de uma espécie, os papeis podem intercalar, ou ser mais predominantes em um ou em outro de uma maneira bastante natural e automática.

Saturação de energias

Importante lembrar que, se as energias densas absorvidas pelos bichinhos estiverem intensas demais, ao ponto de não conseguirem por si sós realizar o processo de limpeza ou transmutação natural, o próximo passo pode ser a somatização, como um mecanismo de descarte existente no corpinho deles.

As limpezas energéticas neste caso atuam como poderosas ferramentas para auxiliar no cuidado individual. Em um tratamento de limpeza energética avaliamos diversos níveis de influência e desarmonia que possam existir vinculados ao cãozinho, gatinho, ou mesmo outra espécie de animal, e promover toda a movimentação de energia necessária para purificar e harmonizar corpos sutis, chakras, aura e outros níveis e aspectos vibracionais.

Avaliamos ainda a conexão energética entre o Pet e seus tutores e o lar, dentro do que podemos chamar: cordões de relacionamento. Por vezes, as conexões energéticas registram memórias traumáticas que impedem o animal de se relacionar de forma sadia com seus tutores, ou ainda de permanecer em um determinado ambiente – é necessário investigar. Nestes casos, atuamos na purificação dessas conexões, com a liberação das energias onde existem tais registros e promovemos o encerramento das conexões nocivas.

Em paralelo, é importante os tutores cuidarem da energia do lar ou outro ambiente em que o animalzinho possa habitar, pois pode ser desse lugar que o animalzinho esteja absorvendo energias desqualificadas.

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Em geral, todo o processo de investigação é realizado já em um primeiro tratamento e, a partir dele, realizamos um diagnóstico energético e atuamos para limpar energias, encerrar processos nocivos e ainda esclarecer os tutores sobre o cenário avaliado, trazendo dicas como estas que você está lendo agora.

Cada caso é um caso, porém. Não podemos generalizar e nem mesmo descartar as possíveis causas de determinados desajustes no condomínio energético do animalzinho. Por vezes, a causa pode estar diretamente ligada à rotina e ao mundo físico do bichinho, como alimentação, a pré-disposição genética, possível falta de espaço (que pode deixar o animalzinho estressado ou triste), ou ainda outros fatores que podem estar relacionados com alguma possível disfunção ou problemas de interação e comportamento. Por isso, avaliação de um veterinário é sempre fundamental.

Cuidar tanto do físico quanto do energético é o que possibilitará aos bichinhos viverem sadios e por bastante tempo.

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Viva bem, viva zen!

Namastê
Fernando Vidya

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